Destaque

Paraná tem um caso registrado de Mpox em 2026 do total de 88 no país

Por 25 de fevereiro de 2026 Sem comentários

O Brasil contabiliza 88 casos confirmados de Mpox em 2026, segundo dados mais recentes divulgados pelo Ministério da Saúde, sendo um deles no Paraná. A maior parte dos casos registrados está em São Paulo, com 62 infectados. Em segundo lugar está o Rio de Janeiro com 15 casos, seguido de Rondônia com 4 casos, Minas Gerais com 3, Rio Grande do Sul e Distrito Feral com um cada.

Em 2025, foram registrados no país 1.079 casos e 2 óbitos. Especialistas acompanham a evolução dos casos no país para detectar possíveis tendência de aumento ou mudanças no perfil epidemiológico. 

A doença viral, causada pelo vírus Monkeypox (também conhecida como varíola dos macacos), voltou a ser registrada após anos em queda e preocupa a população, apesar de não haver óbitos até o momento. Dos casos, os infectados estão com quadro leve ou moderado da doença. 

A doença já era endêmica em regiões da África Ocidental e Central, mas passou a ser detectada em vários países fora dessas áreas desde 2022, com surtos que chamaram atenção das autoridades de saúde global.  

Transmissão 

A transmissão ocorre principalmente por meio de contato direto com uma pessoa infectada ou com materiais contaminados, incluindo contato pele com pele, como tocar lesões ou feridas; relações sexuais ou contato íntimo físico; contato boca com boca ou com mucosas; partilha de objetos contaminados, como roupas, toalhas e talheres e através de gotículas respiratórias em conversas próximas e prolongadas.

Após infectado, os sintomas podem aparecer de 3 até 16 dias. Os sinais mais comuns são:

  • Erupções cutâneas ou lesões na pele, que podem parecer bolhas ou feridas e durar várias semanas;
  • Febre, dor de cabeça e dores musculares;
  • Inchaço dos gânglios linfáticos (ínguas);
  • Cansaço e mal-estar geral.

Essas lesões podem aparecer no rosto, mãos, pés, tronco e regiões genitais ou anal. A evolução costuma ser autolimitada, ou seja, muitas vezes os sintomas melhoram sozinhos com cuidados de suporte.

Em geral, a forma da doença observada nos casos atuais é leve ou moderada, mas grupos com imunidade comprometida, crianças ou pessoas com outras condições de saúde podem ter risco maior de complicações.  

Prevenção 

As principais medidas de prevenção recomendadas pelas autoridades de saúde incluem evitar contato físico direto com pessoas infectadas, não compartilhar objetos pessoais e lavar as mãos com álcool gel. 

Em caso de suspeita, o ideal é procurar uma unidade de saúde para avaliação e realização de exames laboratoriais, que são necessários para confirmar a infecção.  

 

Compartilhe com seus colegas e amigos: